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Andarilhos de Faerûn #10
- Quem vem lá? – brada Soma.
- Fomos enviados do Asilo da Martamor, viemos em busca de um grupo de aventureiros desaparecidos, aqueles que investigam o sumiço do gado de Neve Morta, por acaso são vocês? – responde um homem de aparentemente trinta e poucos anos, ele está acompanhado de outro homem.
- Sim somos nós homem! Ajude-nos aqui, estamos feridos e não temos mais mantimentos. – tratou de esclarecer Max.
Em segurança nossos heróis desceram a pequena montanha e depois de se reunirem com os fazendereiros da vila e de quase entrarem em guerra com eles, o grupo decide seguir a última pista que acabara de cair no colo deles, uma unha de Wivern que foi achada num dos locais de ataque, o que os levava a acreditar que esses animais tinham um ninho próximo, e que este estaria na montanha mais alta da vila.
Encontrar a montanha não foi nada difícil, subir até o topo e derrotar o pai das criaturas e ainda descer com alguns animais é que foi difícil. Apesar das dificuldades os jovens aventureiros conseguiram completar sua missão, mas mesmo recebendo a recompensa da vila eles ficaram ressentidos com o tratamento que receberam dos fazendeiros, e decidiram dali partir sem nem mesmo procurar Braúna ou os outros para se despedir, o novo destino era Águas Profundas, onde o clérigo de Mystra tinha assuntos a tratar.
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Andarilhos de Faerûn #9
- Tem certeza que é seguro descer por esse túnel Quarion? – o bárbaro Soma teme pela vida de seus amigos que descerão primeiro no elevador de acesso a antiga mina abandonada.
- Certeza não, mas alguém tem que descer primeiro. – resumiu a situação o clérigo de Mystra.
Infelizmente para Max, Nicos e Talindra os temores do bárbaro estavam certos, a luz de suas tochas disparou uma armadilha fotossensível, banhando os 3 em ácido, nada fatal, mas bastante doloroso.
Passado esse contratempo, nossos aventureiros foram recebidos por vários zumbis que empesteavam a mina, além de monges de Shar, que aparentemente defendiam o que seria o templo deles.
Passaram-se vários dias, o grupo não conseguia progredir muito dentro das minas e tinha que fazer muitas paradas para recuperarem as energias, o que dificultava muito o avanço foi o fato do elevador ter sido inutilizado, prendendo os heróis na mina, pelo menos temporariamente.
Por fim, o grupo chegava aos confins da masmorra, encontrando o templo secreto de Shar, defendido por Inar, a sumo-sacerdotisa da deusa. A luta é encarniçada, mesmo sozinha contra o grupo, ela se defende bem e derruba pelo menos 3 dos aventureiros antes de cair na escuridão eterna.
Muito feridos e com dificuldades extremas, os aventureiros saem da mina 8 dias após terem entrado, e na boca da mina eles tem uma surpresa.
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Andarilhos de Faerûn #8
Nossos heróis estão cansados da jornada, mas não deixa tranparecer isso ao interrogar o Senhor Tilk.
- Quantos animais foram roubados do senhor? – começa o interrogatório o paladino Max.
- Duas ovelhas e uma vaca, essa já é a segunda vez que me levam um animal, da primiera foram as ovelhas agora minha única vaca de leite se foi.
- Não se preocupe senhor, estamos aqui para ajuda-lo, em breve encontraremos seus animais. – disse Nicos na tentativa de acalmar o velho senhor.
O interrogatório segue por horas e no fim os aventureiros decidem esperar na fazenda, armando uma tocaia para o gatuno, mas a decisão se mostra sem sucesso, já que o mesmo não aparece na fazenda.
Após dias e um desentendimento entre o grupo, onde Nicos se afasta dos outros e acaba por ser contratado para descobrir o paradeiro de um anão perdido. O grupo se vê diante de uma mina abandonada, que poderá ser a resposta para o paradeiro do anão desaparecido e para mistério do sumiço de animais na vila de Neve Morta.

Senhor Tilk
Add comment 22/03/2009
Andarilhos de Faerûn #7
No dia seguinte Soma, toma a frente para conversar com Arleta.
- Senhora Arleta, somos um grupo de aventureiros que viemos em missão de escolta, mas ao chegarmos aqui ficamos sabendo que a vila precisa de auxilio, bem cá estamos para saber em que podemos ser útil.
- Senhores, senhora, creio que serão muito úteis sim, a cerca de um mês o gado dos fazendeiros que vivem ao redor da vila estão sendo atacados, estamos oferecendo uma recompensa de 300 peças de ouro pela captura do ser responsável por esses ataques.
Nesse momento Nicos toma a palavra.
- Senhora faremos o possível para deter esse mal, pode nos dizer qual foi o último fazendeiro atacado e como podemos chegar até ele?
- Mandarei um dos meus guardas leva-los até lá, infelizmente estamos com poucos homens e vocês terão que resolver sozinhos o que mais vier pela frente.
- Obrigado senhora.
Um visivelmente revoltado clérigo de Mystra se pronuncia nesse momento:
- Senhor Arleta, ao chegar em sua vila fui roubado, levaram minha algibeira de couro com muito ouro dentro, o que a senhora pretende fazer quanto a isso?
- Senhor Quarion, gostaria muito de fazer algo específico pelo senhor, mas temos mais de 100 casos de roubos por dezena em Neve Morta, e com meus poucos guardas não posso fazer nada em especial pelo senhor, mas caso prendam algum ladrão que seja encontrado com algibeira parecida com a que o senhor me descreveu, mandarei avisa-lo.
O grupo se retira e é levado até a Fazenda do senhor Tilk, nos arredores de Neve Morta.

Senhora Lança de Gelo

Quarion
Add comment 17/03/2009
Andarilhos de Faerûn #6
- Senhor Hucrele, lamentamos pelos seus filhos. – foi o que Max conseguiu dizer ao ver o pobre pai dos irmãos mortos pelo proscrito.
- Eu já esperava isso senhores, ao menos trouxeram seus anéis de família?
- Sim senhor, aqui está, conseguimos resgatar o corpo de sua filha, ao menos poderá dar um funeral decente a ela. – disse um abalado Quarion.
O grupo se reuniu na taverna e após recuperados do clima pesado na casa da família Hucrele puderam comemorar o meio-sucesso na aventura, o clérigo de Mystra era o mais exaltado e bradava alto os feitos do grupo nas masmorras, o paladino de Imalter também estava feliz, talvez a mais feliz do grupo fosse Lizza, que encontrou ali um antigo affair e depois de muita conversa abordou o grupo com uma surpresa.
-Ficarei na vila de Oak, me cansei dessa vida de aventureira, é hora de estabelecer uma família e fincar os pés num lugar, consegui bastante ouro nessas andaças e já tenho o bastante para uma vida confortável, lhes desejo sorte e que me façam uma visita quando estiverem famosos.
O grupo não entendeu bem a situação, é difícil para um humano entender as outras raças que tem uma vida mais longa e menos fugaz, mas essa foi a decisão dela e o grupo como um todo a respeitou. Já no outro dia pela manhã, nossos heróis foram abordados por um grupo de 6 jovens rapazes, liderados por Braúna, um jovem “de peso” que lhes fez a seguinte proposta.
- Olá aventureiros, estamos indo para Neve Morta, e como ficamos sabendo de uns assaltos a garimpeiros nas estradas, gostaríamos de saber se não poderiam ir conosco, infelizmente não temos ouro algum, mas prometemos lhes pagar com o que encontrarmos por lá, então o que nos dizem?
- Não sei, talvez seja um peso extra que não estou disposto a carregar – disse somente para os amigos Quarion.
- Não vejo porque não leva-los, venham conosco, serão bem vindos – encerrou a discução o ranger Nicos.
…
- Senhores, chegamos a Adbar, vamos nos abastecer de provisões e talvez comprar algumas armas, nosso caminho será longo. – um preocupado Soma expressava ali seus conhecimentos da área que iriam percorrer, e de como precisariam de provisões para enfrenta-los.
…
- Quanto me dâ neste arco? – o sempre ganancioso clérigo de Mystra tenta negociar os espólios da última aventura.
- É um bom arco senhor, tem certeza que quer vende-lo?
- Tenho sim, quanto me da por ele?
- Veja bem, para uma arma assim, preciso consultar meu senhor, seria uma quantia considerável de ouro e…
- Não tem problema, eu aguardo.
- Tudo bem senhor, aguarde já volto.
Alguns minutos depois.
- Consegui várias peças de ouro! – chegou ao grupo o clérigo estafado.
- Que bom, vamos repartir e cada um compra o que precisar. – Disse o paladino.
- Acho que vou comprar uma espada nova. – divagava Nicos.
…
Uma linda elfa se aproxima dos aventureiros quando estes já estão de saída e lhes faz uma proposta:
- Me desculpem senhores, vi que estão a caminho de Neve Morta, e se não se importarem, gostaria de viajar com vocês, cheguei a pouco em Adbar, mas a minha entrada não foi permitida pelos anões, como não tenho muito preciso encontrar ouro naquele local, e num grupo grande estamos mais protegidos.
- E você sabe lutar? – desconfiou Quarion
- Acho que minha arma fala por mim. – disse a elfa desembainhando um pesado montante usado geralmente por Ogros ou seres maiores, a arma era lindíssima, e emitia um leve brilho azulado, e com ele a jovem elfa parecia se sentir muito a vontade, realizando uma série de manobras difíceis de crer para um ser tão aparentemente frágil.
- É acho que você pode ir com a gente – disse Quarion rapidamente mudando de idéia.
- A propósito, meu nome é Talindra.
…
O caminho até Neve Morta leva 4 dias e nesse meio tempo o grupo enfrenta problemas em duas noites, mas nada que os impeça de chegar são e salvos até o prospero e problemático vilarejo.
O grupo chega a vila e vai até a senhora Lança de Gelo, a prefeita da cidade, senhora Arleta. O paladino do grupo toma a frente e dirigi-se ao guarda que vigia a entrada da casa luxuosa onde ela vive.
- Desejamos falar com a senhor Arleta.
- Os senhores tem hora marcada?
- Não, mas podemos marcar então.
- Amanhã pela manhã ela verá vocês.
Cansados e com fome o grupo se dirije ao Asilo de Muroami, a estalagem mais barata da vila, afinal eles são um grupo de jovens aventureiros.
- Meu ouro!!! – Grita o desesperado clérigo de Mystra, Quarion.
- Roubaram meu ouro!!! Minha algibeira está vazia!!!
- Calma Quarion, vamos ficar aqui hoje e tentaremos recuperar seu ouro amanhã. – Tentou acalma-lo o bárbaro Soma.
- Amanhã quem quer que tenha feito isso irá pagar!
Add comment 13/03/2009
Andarilhos de Faerûn #5
- Maldito dragão… – exclamou Soma antes de tombar ferido pelo jovem dragão.
- O bárbaro fez seu trabalho, vamos temos que levar o dragão, ajude-nos aqui Meepo. – O irritado clérigo ordenou a Meepo.
- Mepo leva dragão, Mepo herói!
- É Mepo você é heroi sim, agora tira esse bixo da minha vista, vamos embora Quarion, eu vou levar o Nicos e você levanta Soma. – ordenou Max colocando ordem após o tumulto do combate.
A festa feita pelos Kobolds foi digna de nota, os aventureiros foram muito bem recebidos e Meepo foi considerado heroi novamente, sendo alçado a general do exército dos kobolds.
- Cumprimos nossa parte rainha. – disse Quarion
- É justo aventureiros, como combinado aqui está seu prêmio. Mas fiquem conosco essa noite, iremos festejar e após descançarem poderão partir em busca dos jovens que procuram.
- Obrigado pelo convite rainha, ficaremos sim. – respondeu um animado Nicos.
O grupo comemora e quase ao final da festa Quarion pergunta aos guardas se podem interrogar os goblins presos.
- O que sabem sobre os jovens que desceram aqui antes de nós! – o clérigo tenta descobrir o paradeiro dos irmãos Ucrele.
- …
- Responda! – grita Quarion ficando cada vez mais nervoso.
- Acho que eles não falam nossa língua Quarion. – tentou acalma-lo o bárbaro Soma.
- Amanhã terei a magia ideal para interroga-los, vamos amanhã tentamos de novo. – chamou os amigos a se recolherem o clérigo de Mystra.
Mal sabia ele que tal intento não seria possível, a noite um grupo de goblins resgata os seus e deixam os aventureiros sem saída a não ser se embrenhar pela masmorra a esmo.
Atualizando o grupo:
Léo (narrador)
Oséias (Quariom – Humano Clérigo de Mystra)
Letícia ( Talindra – Elfa da Floresta Guerreira)
Suander (Soma – Humano Bárbaro)
Eder (Max – Humano Paladino de Latandher)
Cean (Nicos – Assimar Ranger)

Nova personagem, a Elfa da floresta da Letícia
Nosso grupo de heróis abandona os Kobolds e acaba se perdendo na floresta fria, e por sorte conseguem retornar a masmorra, depois de um combate vencido apenas pela intimidação com os goblins, o rei goblin entrega a eles o primeiro anel dos irmãos Hucrele e os indica onde encontrarão a garota com o segundo anel, além do proscrito, aquele que cultiva a árvore gultias e aprisionou os dois irmãos.
Nesse momento os personagens podem ver como suas ações mudam o mundo ao seu redor, com os goblins enfraquecidos e em menor númeor, os kobolds aproveitam e tomam toda a masmorra, eliminando fêmeas e pequenos goblins sem perdão.
Ao adentrar no bosque perdido abaixo da masmorra o grupo se vê em uma situação pitoresca, Max o paladino de ilmater comete um ato de barbárie, matando dois goblins indefesos e seu deus o castiga retirando seus poderes.
Isso atrasa o grupo em dois dias, já que somente após este tempo e muitas suplicas Ilmater devolve a Max suas habilidades.
A busca no bosque é rápida, os heróis antes da batalha final encontram anotações que dão detalhes sobre o cultivo da árvore gultias, as maçãs e o que pode ter acontecido com os irmãos Hucrele.
Na batalha final o proscrito faz uso de Sir Bradford, paladino de Lathander que foi capturado e da jovem Hucrele, ambos dominados pelo poder da árvore gulthias, a luta se estende, Lizza, Soma, Quarion e Max são apriosionados com uma magia malévola do proscrito, mas Nicos resiste bravamente, e após Soma e Lizza se libertarem, eles dão cabo da árvore e do proscrito, mas infelizmente não conseguem salvar a vida da jovem Hucrele e de Sir Bradford, que estava atralada a vida da árvore gultias.
Add comment 08/03/2009
Andarilhos de Faerûn #4
A vila de Oak é tão pequena que um grupo viajando a noite teria dificuldade para encontra-la, apenas uma dúzia de casas duas mercearias e uma taverna, alem do prédio da prefeitura e muito deserto, o clima é arido apesar do frio e nossos heróis vão logo descobrir o máximo de informações sobre o local.
Não demora muito e eles descobrem que um grupo de aventureiros sumiu a alguns meses dentro da Cidadela sem Sol, uma cidade em ruínas que afundou no solo próximo a vila, antes mesmo desta existir, e que nesse grupo dois irmãos, muito conhecidos na pequena vila e da família mais rica da região, estão presentes.
Depois do apelo emocionado do pai deles ao grupo, os mesmo deixam de lado um pouco seus impulsos gananciosos e tem o coração tomado pela comoção de uma família arrasada por tragédias sem fim.
- Iremos buscar seus filhos. Diz o paladino Max recuperando o altruísmo inerente aos seus iguais.
- Conte conosco senhor, faremos de tudo para encontra-los. Completou Quarion o clérigo de Mystra.
Após uma noite de descanço o jovem grupo partiu rumo a garganta que dá acesso as ruínas, desde que o último grupo entrou lá ninguém ousa se aproximar da borda, o caminho parece que a muito tempo não é usado e Nicos o ranger do grupo terá grande trabalho se pretende achar a pista dos jovens desaparecidos.
Ao descerem pela borda do penhasco o grupo se depara com uma fortificação em ruínas afundada no solo e logo Quarion iria experimentar um de seus perigos.
KABUUMMM!
- Alguém me ajude a sair daqui. Grita o clérigo de dentro do alçapão.
Logo o grupo retira o jovem clérigo de lá, mas para somente cair em outro alçapão e numa armadilha de agulas alguns metros a frente…
Passado os entreveros da entrada, o grupo encontra um ser mirrado, chorando e se lamuriando num canto, seu nome é Meepo um pequeno Kobold que havia falhado na sua missão de guardar o mascote de sua tribo e agora estava exilado dos outros.
Tomados por um ódio irracional pela criatura, os aventureiros quase dão fim a vida daquele ser digno de pena, mas concordam em fazer um trato com ele, os aventureiros o ajudariam a recuperar o dragão em troca de serem guiados pela masmorra e recuperarem os garotos perdidos.
- Quem ousa invadir meu reino? – indaga a rainha kobold Yusdrail quando os aventureiros adentram o salão do trono.
- Viemos em busca dos irmãos Hucrele, seu guarda nos explicou que perderam seu mascote, um filhote de dragão branco, talvez possamos ajudar. – Pronuncia-se o paladino de Imalter, Max.
- Senhora, que chave é essa sobre seu trono? – perguntou Nicos.
- Não faço idéia do que você fala, mas se me trouxer o dragão lhes darei essa “chave” e tudo o que esta sobre a mesa, diz a rainha apontando para alguns frascos sobre a mesa e para estatueta de dragão que os aventureiros julgam ser uma chave.
- Esta feito, faremo isso então. – responde o clérigo de Mystra, Quarion.
Meepo é enviado junto com os aventureiros, afinal seria sua chance de se redimir do acontecido, e ele leva os pjs pela masmorra subterrânea, no caminho eles são quase mortos por um exército de goblins, mas com a força de Soma, a precisão do arco de Nicos e Quarion além da habilidade da jovem gnoma Lissa e do paladino Max eles derrotam todos os desafios, até encontrarem uma camara semi-congelada, onde um dragão relutante e indomável repousa…
Add comment 03/03/2009
Andarilhos de Faerûn #3
Dentro do recinto uma áurea mágica envolvia todo o local, seu espaço interno era deveras maior do que o externo e logo outra anomalia mágica se faria presente, um atiçador de fogo, a cortina e um livro atacaram os aventureiros que logo rechaçaram os adversários.
Não demorou muito os ruídos abafados que se podia ouvir de fora foram aumentando a medida que os heróis caminhavam em direção a cozinha. Foi nesse recinto que Soma mostrou um pouco de sua força, ao destruir um fogão enquanto tentava eliminar o pequeno elemental do fogo que os atacava de cima dele.
Ao adentrarem a dispensa, a surpresa, um golem de calzone! Apesar da matéria prima exótica o poderoso golem exigiu muito do grupo, que apesar de alguns contratempos na tentavi de acertar o monstro conseguiu vence-lo. Revistando os demais aposentos o grupo ainda encontraria o velho cozinheiro, que havia seido feito refém por um diabrete, que foi prontamente exterminado.

Malin

Andolyn

Darlin
Como que por um capricho do destino, nesse momento Andolyn retorna a casa, o ruído da conjuração da magia Teleporte exato pode ser ouvido e logo os aventureiros juntaram-se a ela contando todo o ocorrido.
- Espero que esteja bem nobres guerreiros, por favor aceitem esses poucos pertences como prova de minha gratidão.
Andolyn entrega aos aventureiros alguns frascos e pergaminhos com magias que lhe seriam úteis num futuro próximo.
- Minha cara feiticeira, vejo que es muito poderosa, sou um jovem conjurador e gostaria de instruções sobre onde posso aperfeiçoar minha arte, será que a senhora poderia me ajudar? – indagou um bem a vontade Quarion.
- Veja bem senhor clérigo, caso deseje aprender mais sobre a arte, você deve ir para o oeste, siga essa estrada e vá até Águas Profundas, é um caminho longo e tortuoso, mas chegando lá procure Sheringam na taverna do Cão caolho, e lhe mostre isso – a feiticeira entrega ao clérigo um amuleto de madeira em forma de harpa – diga que Andolyn o abençoa, você será muito bem recebido e encontrará o que deseja.
- Obrigado senhora.
Os aventureiros ainda passariam mais uma noite na casa, a convite de Andolyn e partiram pela manhã bem cedo, afinal a vila de Orkusth ainda precisava de ajuda e Darlin estava preocupado com seus amigos de lá.
CONTINUA…
Add comment 21/02/2009
Andarilhos de Faerûn #2
- Eu preciso de vocês! – bradou o atarracado anão bem vestido.
- Mas quem é você anão? – indagou Max.
- Eu me chamo Darlin, por favor me ajudem.
- Mas como podemos ajudar o senhor? – retrucou Soma.
- Eu estava a caminho da casa de um amigo, foi quando ouvi ruídos estranhos dentro de sua casa, chamei por ele mas ninguém me atendeu, acho que algo aconteceu, por favor me ajude.
Então nossos aventureiros deixaram Cidadela Adbar para trás e partiram junto ao anão até a casa de seu amigo, um cozinheiro conhecido da região por ter se casado com afamosa maga Andolyn.
- Que casa estranha, toda de pedra. – observou Nicos.
- É pra proteção deles, Andolyn tem muitos inimigos de seu tempo de aventureira, bom eu fico aqui, se puderem revistar a casa. – aconselhou o não tão corajoso anão.
- Acho que posso abrir essa porta. – disse um entusiasmado Soma.
Com um pouco de esforço o jovem barbaro botou a porta abaixo e o grupo adentrou o recinto.
CONTINUA…
Add comment 20/02/2009
Andarilhos de Faerûn
Há algum tempo tenho transcrito as aventuras de um grupo de RPG do qual faço parte e tenho o prazer de narrar as aventuras, nessa seção compartilharei com os amigos as aventuras deles, espero que gostem.
Membros fundadores:
Léo (narrador)
Oséias (Quariom – Humano Clérigo de Mystra)
Letícia (Lissa – Gnoma Duelista)
Suander (Soma – Humano Bárbaro)
Eder (Max – Humano Paladino de Latandher)
Cean (Nicos – Assimar Ranger)
Ebert ( – Humano Guerreiro)
A jornada de nossos personagens começam na movimentada cidade de Sundabar, a cidade mais acolhedora das Fronteiras Prateadas pra quem deseja um emprego de arriscado. Não demorou muito para que algo paarecesse pra eles, um jovem halfling de nome Malin contratou-os para levar uma carroça até Cidadela Adbar, mas com um diferencial, deveriam passar pela passagem do orc morto, um local mortal para caravanas grandes, mas que pode ser atravessado por uma carroça desde que sejam rápidos.
No breve caminho até o sopé da montanha, nossos heróis tiveram pouca ação, até que Nicos avistou um grupo de cervos pastando próximo a estrada. Junto a seu amigo Soma resolveram tentar a sorte e numa manobra magistral conseguiram aproximar-se dos animais e abateram um deles. A noite foi regada por boa bebida e um primoroso churrasco de cervo que manteve a moral do grupo alta até a chegada a passagem do orc morto.
No ponto fatal, eles foram recebidos por pedras e flechas por orcs que guardavam a passagem, ainda inexperientes foram lentos e permitiram que o aviso fosse dado aos orcs que vivem na passagem e a luta se prolongou por vários minutos, vindo a quase findar nosso grupo de heróis logo em sua primeira missão, mas com corajem e determinação o grupo deitou 17 orcs e conseguiu passar.
Feridos e abatidos eles chegaram a Adbar, e pra supresa deles foram proibidos de entrar. Mesmo assim Malin lhes pagou as 50 peças de ouro a cada um como o combinado e não tardou muito para que eles fossem “convocados” para um novo trabalho.
CONTINUA…
Add comment 16/02/2009






